quarta-feira, 11 de março de 2015

The Queen, nosso novo editorial

Inspirado em cabelos como de Maria Antonieta e outras rainhas, esse editorial trás pra vocês, com um toque mais moderno, lindas fotos feita por Vitor Macedo. 
Esse maravilhoso fotografo fez para vocês se inspirarem, em casamentos diurnos, cabelos com lindas flores coloridas e vestidos bem abertos, que a La vita com grande carinho também participou.  Joias da Marieè Complementos, dignos de rainha.

Cabelo e maquiagem: Lazaro Lambertucci
Fotos: Vitor Macedo
Vestido: La Vita
Locação: Casa Bernadi














segunda-feira, 9 de março de 2015

Raquel Jabour, Minha Benevolência

Como falar de uma pessoa que tanto criei um carinho por ela? Se eu só lembro dela com suas gargalhadas e zuações? 
Bom, vamos lá.
A Raquel nosso primeiro encontro não foi tão convencional assim , foi em um bar. Isso porque quem nos apresentou foi uma amiga em comum, Luiza.
Desde então the Zueira Never ends.rss
A Raquel diferente do que achei de início dela, com cara toda séria e de brava, só me surpreendeu, super auto astral e muito brincalhona. Não podemos nos ver que só sai palhaçadas. Tipo que o apelido dela surgiu. 
A historia da "Benevolência" não podia faltar aqui, senão não teria graça.
Pois bem. Bem que no dia de seu chá de panela a Raquel me chega aqui pra se arrumar, ai conversa vai, conversa vem, eu pergunto se teria algo de diferente que ela queria pro chá, caso tivesse um tema. E tinha. Ela disse que havia algo meio antigo de reis e rainhas, do tipo Romeu ... , e Julieta ..... -Qual era mesmo o sobrenome deles? Eu perguntei de sacanagem vendo que ela queria dizer e não se lembrava. Eu também não. Ela ficou B.B,B,B, acho que é Benevolente, Benevolência. Pufff. Nada disso. hahaha. De onde ela tirou isso não sei, mas algo de um súdito pedindo a benção do rei "a sua benevolência me permitiria inventar um sobrenome pra eles?"hahahha
Enfim, foi e é sempre muito engraçado e bom encontra-la e ver o quão sua beleza passa de dentro pra fora. A prova disso são sua lindas fotos tirada pelo fotografo Herlandes Tinoco.









sábado, 7 de março de 2015

Gizelle Maciel

Fotos: Luiza Villarroel


Amor è um marco Eterno

De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.

William Shakespeare








quinta-feira, 5 de março de 2015

De alma leve e olhos brilhantes

Fotos: Luiza Villaroel
Sabrina e eu nos conhecemos a pelo menos dois anos quando ela fechou o seu casamento.
De uma forma tão meiga e simples essa minha noiva muito querida não só é agora minha cliente mas também uma amiga de "zap zap"(rs). Só palhaçadas que trocamos .
Não tem sequer um vez que consigo lembrar dela sem que ela estiver sorrindo. Acho que o sorriso age de uma forma como talvez o espelho faça, se você sorrir pra ele, ele te devolve o sorriso. Ou seja, não a como não rir e sentir-se bem perto dessa linda noiva. A voz dela é como uma brisa de tão calma, mas as atitudes como um trovão, porque essa também tem sua decisão sempre forte.
Não só a Sabrina , mas conheci também sua mãe que é muito engraçada e sempre muito carinhosa comigo. Então o resultado disso tudo foi um dia do casamento super especial como vocês vão conferir nas fotos da saudosa Luiza Villaroel.

















segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Nara, uma poesia.

 Uma pedra não surge do nada, os poemas costumam surgir.
As pedras não amadurecem, os poemas e os poetas sim. E devem.
Uma pedra não finge, o poeta, como é sabido, é um fingidor.
As pedras podem não querer dizer nada, os poetas pretendem muitas vezes ensaiar dizer tudo.
As pedras sabem esperar, os poetas são impacientes.
É provável que as pedras perdurem para sempre, é provável que os poemas não.
Tentar ler uma pedra pode ser uma perda de tempo, tentar ler um poema nunca o é.
As pedras em si mesmas não são conflituosas, alguns poetas são-no.
As pedras não tem identidade, a poesia sim.
As pedras não respiram, a boa poesia respira.
As pedras preciosas são raras, os grandes poetas muito mais raros são.
Uma pedra ocupa sempre um lugar, a poesia pode não ocupar e, sim, como dizia o poeta, é sempre uma coisa muito bonita.
Uma pedra não sofre, há poemas sofridos, tal como sofríveis.
Há, na realidade, poetas que parece não terem ultrapassado a idade da pedra.
Uma pedra pode ser inútil, um poema é sempre útil.
Uma pedra pode matar, a poesia raramente mata, a não ser que transborde de emoções ou se arme em reaccionária.
Houve uma idade da pedra, não sei se existiu, existe ou existirá uma idade da poesia. Se calhar todas as idades são idades da poesia.
Às vezes o Homem parece não conseguir passar sem pedras, há homens que parecem conseguir passar sem poesia.
Os bichos não gostam de pedra, há bichos que infelizmente gostam de poesia. E gostam das nossas estantes, gostam de mastigar palavras e papel.
Com as pedras permanecemos, com a poesia viajamos.
Há pedras em todo o lado, os poemas encontram-se ao fundo dos poetas.
As pedras podem servir para afundar, um poema pode ser fundacional.
As pedras por vezes confundem-se, os poetas são sempre distintos. No entanto, sim, há poetas confundidos.
A pedra não diz, o poema diz.
Água mole em pedra dura, na poesia é loucura.
A pedra não vira costas a nada, a poesia por vezes vira as costas à vida.
As pedras não se comprometem, a poesia deve comprometer-se.
As pedras não nascem em nós, a poesia nasce.
Uma pedra não acontece, a poesia acontece.
Uma pedra não é senão aquilo que é, pedra. A poesia é sempre mais do que aquilo que parece.
As pedras são coisas, os poemas são coisas especiais.
As pedras têm qualquer coisa de nada, a poesia tem qualquer coisa de tudo.
Uma pedra pode entrar no sapato, o poema dificilmente é uma pedra no sapato.
Uma pedra não provoca incêndios, um poema pode ser incendiário. Sobretudo se queimado. Outrora inúmeros poemas alimentaram grandes fogueiras.
As pedras são diárias, os poemas nem sempre.
A pedra só responde por si, o poema responde também pelo poeta.
Uma pedra pode bastar, raramente um poema nos basta.
Uma pedra atirada pode fazer barulho, um poema atirado pode fazer muito mais.
De noite as pedras apagam-se, os poemas refulgem.
Podemos guardar uma pedra no bolso, mas jamais no peito como um poema.
Um lugar com uma pedra pode continuar a ser um lugar vazio, um lugar com um poema jamais o será.
Um conjunto de pedras pode tapar o horizonte, um conjunto de poemas abre o horizonte.
Uma pedra pode servir de prova, um poema não pretende provar nada.
Para voar uma pedra precisaria de asas, um poema não precisa.
As pedras pesam, os poemas levitam.
As pedras não sabem a frutos, os versos podem saber a cerejas.
É provável que as pedras perdurem além de si mesmas, é menos provável que os poemas perdurem para além dos leitores.
As pedras não sangram, há poemas que parecem sangrar.
As pedras não são raízes, os poemas são como raízes.
O vento não entra nas pedras, mas o vento pode entrar num poema.
Uma pedra só é, o poema vive.
Uma pedra tem veios, um poema veias.





quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Noiva Ivana, minha jade

Era prazer? Era.
Mas era mais que prazer.
Era alegria. A diferença? 
O prazer só existe no momento.
A alegria é aquilo que existe só pela lembrança.
O prazer é único, não se repete. 
Aquele que foi, já foi. Outro será outro.
Mas a alegria se repete sempre.
Basta lembrar.
Lembrar é trazer de volta.
É estar revivendo, relembrando.
Lembro de ti como se uma pedra preciosa fosse. E é.
Uma jade. De cor indescritível e de bela formosura.
Sua forma, a lapidação de todos ventos,
soprados de todos lados.
Ivana, sempre será lembrada.
Pois se lembramos mostra o quão é rara,
é porque a mais quem quer do que se tem.
Sua felicidade transborda a querer ser tomada.

Foi otimo ter esse momento compartilhado com você.

Foto: Breno Matias